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ZEN ZEN ZEN

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Sim, tudo Zen. E nenhuma palavra melhor para começar um texto (que quer ser leve) com a palavra sim. Dizem que John Lennon conheceu Yoko Ono numa exposição que ela tava dando em NY e logo na entrada tinha uma escada e uma lupa pendurada no teto por um barbante, o cara ao subir a escada e pegar a lupa lia uma palavra minúscula escrita no teto e a palavra era....Sim! Isso chamou a atenção de Lennon e aí tudo começou... e aí os Beatles acabaram. Enfim... não é sobre isso que posto hoje. Na verdade, este estado de leveza em que estou hoje é tão raro que não podia passar batido. Coisa boa não se estressar com nada nem ninguém. Mas eu não queria assim, eu acordei cedo pronto a trabalhar o trabalho chato de sempre. Tomei café, banho, coloquei roupa, lá fora um vento e um frio...sem chuva. Uma coisa boa. Cheguei no trabalho, cumprimentei as pessoas e quando percebi: estava ZEN. As pessaos ao meu lado reclamando disto, daquilo e eu parecendo que não fazia parte daquilo tudo. E não estava fazen...

Caçador de mim

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A primeira vez que vi Blade Runner foi na tv e eu não tinha mais que treze anos, de alguma forma o filme me impressionou, mas nunca mais consegui assistí-lo. Vinha, então, há tempos, procurando este excelente filme "sci-fi" que já se transformou num cult. Tanto é cult que é impossível de se achar, sempre fora do catálogo. E consegui! Graças à Internet. Depois de revê-lo, continuei não entendendo porque ele me casou tanto impacto da primeira vez, mas sei porque ele causa-me impacto agora. Esqueça os cenários futurísticos, os carros voadores, os animais artificiais. O filme trata de algo que poderia ser um história da década de 20 ou de séculos antes de Cristo: a existência humana e sua condição. Porém, esta condição é tratada pelo lado dos Replicantes, andróides evoluídos que adquiriram a capacidade de sentir e isto faz com que eles corram atrás do tempo para descobrirerm uma forma de viverem por mais tempo, pois foram criados para "durarem" 4 anos. Além desta agonia...

Para um homem simples

Outro homem se foi, outro homem simples. Simples e especial: meu avô. O Zico. Lutava já há algum tempo contra doenças que o debilitavam mais e mais, internou-se para uma cirurgia vascular mas não aguentou. Deixou-nos com a tristeza e a saudade. A história de meu avô não tem nada de especial, a não ser por ser a história de quem criou meu pai e que, por conseguinte, me criou. Carrego, então, a carga genética de um homem simples que nasceu no interior de São Paulo, onde começou a trabalhar cedo pois tinha uma família humilde e casou-se assim que começaram a crescer os primeiros fios de barba, como todo homem, por obrigação social, fazia. Isso no início da década de 40. Homem simples e religioso que criou seis filhos: três homens, três mulheres. Criou-os de maneira severa - como conta meu pai -, mas naquela época não existiam os tantos PHd´s sobre a educação dos filhos que existe hoje em dia. Naquela época não se falava em traumas infantis, não havia espaço para isto, se a criança não...

Foi ontem, mas tudo bem!

É isso mesmo, foi ontem que fiz aniversário, completando 25 anos. É, lá se vai 1/4 de Século. Quando era adolescente (mais adolescente, digamos) eu tinha o desejo de morrer com 27 anos, assim como meus ídolos: Jim Morrison, Jimi Hendrix, Janis Joplin... Kurt Cobain também morreu com 27, mas meu lance era mesmo com os iniciados com J. Como eu. O fato é que depois de 10 anos destes pensamentos, estou aqui e não gostaria de morrer daqui 2 anos, tanta coisa ainda pra curtir, pra fazer, pra ver... Sei que a gente não escolhe quando morre, mas que seja um tanto mais pra frente. Quero morrer com a cabeça erguida e antes de me sentir estorvo pra alguém, antes de ter que usar fralda geriátrica e tomar remédios variados e coloridos a cada duas horas. Tomara que aconteça assim. Até isto acontecer eu pretendo conhecer mais pessoas, mais lugares, novos sabores, novos olores, ler mais livros, ouvir mais músicas. Até lá quero ser motivo de orgulho para quem gosta de mim e para mim mesmo, quero trab...

O geográfico do coração

Firme e forte, igual prego em areia, segue este blog e o blogueiro que vos digita. Tive pequenos contratempos com o meu computador nos últimos dias (vide postagem anterior, eu não menti quando disse que ele estava na UTI), mas ele voltou de sua estadia entre as frias e brancas paredes do quarto de um cara que conserta computadores. Durante este período fiquei pensando numa temática para o blog, para que tivesse um pouco de ordem no caos. Mas o Caos é sua ordem e seguirá assim, sem qualquer linha lógica de raciocínio a não ser a minha. Que tristeza... Estou num momento delicado. Para quem não sabe eu gosto de escrever e acredito que este lance seja o meu lance então quando surge um concurso para enviar textos ( contos, pra ser mais específico) eu vou fundo, para minha frustração nunca ganhei nada. Opa, mentira, tirei segundo lugar num concurso de redação na 4º série e sinto orgulho pois competi com 300. Sem brincadeira. Tirando isto e aqueles elogios dos amigos quando mostro um texto...

O Português

Não, o título não é referência a alguém - um português - tão pouco é uma piada sobre nossos "inventores". É sobre nossa língua. Esta semana será inaugurado o Museu da Língua Portuguesa, na Estação da Luz, em pleno coração paulistano: o centro velho. Um lugar que outrora foi a passarela por onde circularam os bam-bam-bans da sociedade paulistana, onde se via crescer arquiteturas refinadas dignas das grandes capitais mundiais como Paris ou Roma, e de pensar que por aquelas calçadas já circularam Mário de Andrade, Tarsila do Amaral e tantos outros nomes que formavam a nata artística e intelectual paulistana. Pena que com o passar dos anos o centro velho foi ficando esquecido, tonando-se velho. A cidade começou a crescer e esqueceu onde ficava o Pátio do Colégio, os intelectuais e artistas se refugiaram em outros cantos e lá se transformou num ninho para trambiqueiros, assaltantes e traficantes. Suas construções ruindo pelo abandono de seguidos governos que deixaram de lado a imp...

ALOHA!

Aloha, viajantes! Como disse na breve definição deste blog, meu intuito é simplesmente registrar e deixar que registrem as coisas mais banais e as menos simples que acontecem nas 24 horas de cada dia. Mesmo que não seja postado algo todo dia... Se a Internet fosse minha casa, este blog seria minha cozinha, o melhor lugar de qualquer casa para se falar das coisas, todas elas. Ou vai dizer que você nunca terminou uma festa na cozinha da casa, conversando as maiores besteiras com quem ainda estava em pé? Quando pensei em criar um blog logo em seguida achei que seria besteira, afinal, quem se importa com uma vida comum de uma pessoa comum a menos que seja no Big Brother? Mas me enganei, antes mesmo de publicá-lo já surgiu uma polêmica. O título. Comentei com uma amiga que estava montando um blog e se chamaria "Homens têm estria", ela virou e disse: "Que nome gay". Estranhei aquele comentário e achei até preconceituoso, não com os gays, mas com os homens em geral. Afinal...